O Núcleo Profissionalizante da APAE Niterói foi criado para propiciar aos portadores de necessidades especiais a profissionalização, através do treinamento em oficinas terapêuticas com o objetivo de inseri-los no mercado de trabalho, promovendo a cidadania e valorização da pessoa com deficiência. Funciona diariamente em dois turnos, atendendo a 76 aprendizes com idade acima de 16 anos, maioria destes com deficiência mental leve. A equipe é composta por: terapeuta ocupacional, psicólogo, assistente social, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, professor, nutricionista e monitores.
Atualmente o Núcleo funciona com as seguintes Oficinas Terapêuticas:
As oficinas têm como objetivos desenvolver hábitos de trabalho, disciplina, relação em grupo, socialização, iniciativa e interesse, autoconfiança, comunicação verbal, autonomia e capacidade de atender a ordens. Cada oficina funciona com um monitor responsável, sendo coordenada pelo terapeuta ocupacional.
Além das oficinas, os aprendizes participam de atividades complementares que são importantes, mas que não devem prejudicar o desenvolvimento do aluno na Oficina, pois o objetivo maior é a educação profissional. As atividades são: Educação Física, Banda Marcial e Pedagogia.
Os alunos recebem uma ajuda de custo mensal e os valores variam de acordo com a Oficina. O objetivo do auxílio mensal é demonstrar para o aprendiz que, como qualquer cidadão, ele poderá usufruir o produto do seu trabalho para adquirir pequenos bens para seu consumo.
As Oficinas e seus objetivos:
A sociedade brasileira optou por uma política que prima pela inclusão e vem se esforçando para legitimar os espaços que reconhecem, respeitam e acolhem os deficientes. O processo de mudança é complexo e de longo prazo, pois requer a aplicação de medidas que rompam com anos de exclusão e abandono de um segmento social que sempre esteve à margem da sociedade.
A inserção do deficiente no mercado produtivo é fundamental para este processo, pois, é a partir desta colocação que este cidadão se reconhece e passa a ser reconhecido socialmente como um sujeito de direito.
Dentro deste contexto, é que o Núcleo Profissionalizante da APAE NITERÓI vem treinando seus alunos para habilitá-los para a inserção no mercado de trabalho. Entendendo que se faz necessária a sensibilização das empresas para tornar o mercado produtivo mais próximo da realidade do portador de deficiência.
Por:
Alline Campanhão de Souza Soares
Assistente Social – CRESS 16.672
ESTIMULAÇÃO PRECOCE
O setor da Estimulação Precoce atende crianças com todos os tipos de necessidades especiais, inclusive bebês de alto risco, de zero a quatro anos de idade cronológica.
Os atendimentos são realizados em grupo de até dez crianças cada, divididos de acordo com a faixa etária, por Fisioterapeuta, Fonoaudióloga e Terapeuta Ocupacional. A família é atendida pela Psicologia e o Serviço Social; recebe orientações sistemáticas da equipe terapêutica de como estimular em casa a criança favorecendo seu desenvolvimento global.
A estimulação precoce tem como objetivo principal acompanhar a seqüência do desenvolvimento global da criança, e suas possíveis variações, para que qualquer desvio possa ser detectado e tratado precocemente.
Equipe:
Fonoaudiologia:
Fisioterapia:
Terapia Ocupacional:
Psicologia: Paula Fernandes